REVISTA ÉPOCA, QUE PROCESSEI PORQUE MENTIU, FOI RÁPIDA EM ME ATACAR

1) A RAPIDEZ DO ATAQUE: A FÚRIA CONTIDA

Logo que a imprensa divulgou que o prefeito eleito Marcelo Crivella escolheu meu nome para ser Secretário de Conservação e Meio Ambiente, a revista Época foi rápida no gatilho (clique aqui e leia a matéria). Sim, no gatilho da sua máquina de destruir reputações usando mentiras e meias verdades, próprio da sua natureza e qualidade. Afinal, Lauro Jardim (clique aqui e leia a nota), do Jornal O Globo, saiu pela mesma linha, mas menos visceral. Ademais, têm o mesmo patrão que provavelmente rege esta orquestra. Lamento que o grupo O Globo, como fez no RJ TV, no dia 20/12, se esforce para me identificar como religioso, de forma preconceituosa, e evite falar de milhares de horas de estudos que tive nos diversos cursos que fiz. Eu apreciaria que os jornalistas que fazem isso, se referissem ao seu próprio nome citando também sua religião para que fossem coerentes.

Dizer que eu fui diretor financeiro e administrativo enquanto Sérgio Machado era presidente da Transpetro não me incomoda. Cumpri minha missão. Eu tinha minhas atribuições e as cumpria e ele tinha as dele. Cada um responde pelos seus atos. E isto está acontecendo. Se alguém espera que para me defender preciso citar alguém, deixo claro que meus atos expressos nos documentos que produzi respondem por si só. Minha vida responde por si só. Nada temo e sempre respondi e respondo a todas as acusações feitas por setores da  imprensa (sempre os mesmos, uma lástima), em acordo com criminosos que produzem informações falsas.

Com relação à indicação para o cargo de diretor da Transpetro, pelo que sei, fui indicado pelo vice-presidente José Alencar depois de ter minha tese de doutorado em Economia como uma das premiadas no Prêmio Tesouro Nacional. Não seria menos prestígio se fosse sugerido meu nome pelo senador Marcelo Crivella. Agora, prefeito eleito, ele deverá me nomear. Isto me orgulha muito. Independente de quem me nomeia ou de quem me indica, respondo pelos meus atos. Isso não parece razoável para vocês? A lei diz isso, sabiam?

2) POR QUE A REVISTA ÉPOCA FOI TÃO RÁPIDA EM SEU GATILHO PARA TENTAR ME JOGAR LAMA, MAIS UMA VEZ?

Em 2011, pus em suspeição um relatório da Auditoria da Petrobras. A mesma que não pôde enxergar os escândalos que o mundo assistiu. Na época, me foi sugerido que não levasse em conta porque os órgãos de controle já tinham conferido e as informações não eram relevantes etc. Assumi o compromisso de que ignoraria. Afinal, as mentiras não prosperaram.  Exatamente este relatório de auditoria suspeito foi parar aonde? Na Revista Época em uma matéria assinada pelo jornalista Diego Escosteguy em 2014 que, além de usar as inconsistências contidas nele, mentiu em outros aspectos: Clique aqui e leia

3) QUE PROVIDÊNCIA TOMEI?

Ingressei com ação criminal e cível contra o jornalista e contra a revista Época por conta da matéria publicada em 2014. O processo está correndo. Até hoje o Judiciário não conseguiu citar o jornalista para se apresentar em juízo para responder pelos seus atos. Se ele e a Época estão certos da matéria, por que não colaboram com o Ministério Público para que me cobrem do que eles alegaram? Mas não tem problema, as medidas estão sendo tomadas para que o jornalista e sua revista patroa se apresentem, preferencialmente, colocando como testemunhas os auditores que assinaram o tal relatório e outras fontes que tenham.

Sou o mais interessado na verdade e não estou vendo a Época colaborando para que esta verdade venha à tona em juízo.   Por que será que a Época não me procurou com as piores ou melhores perguntas que tivesse para sanar todas as dúvidas a meu respeito logo que fui destituído da Transpetro em 27 de março de 2015? Se acha que devo algo, por que não me cobrou? Teria se omitido?

4) O QUE A REVISTA ÉPOCA SABE MAS NÃO PUBLICA?

A) NÃO FUI CITADO NA LAVA-JATO. NUNCA RESPONDI E NEM RESPONDO A QUALQUER PROCESSO  por qualquer ato delituoso que tenha praticado ao longo de 28 anos no serviço público. Se eu fosse chamado a me explicar, teria a obrigação fazê-lo, como qualquer cidadão. Não me preocupo com isso. Agentes públicos têm a obrigação de esclarecer todos os seus atos para a sociedade. Explicar não é ofensivo para quem não deve.

B) MINHA EXPERIÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO

– 10 anos no Exército: oficial na área combatente e tecnológica;

– 18 anos no Banco Central; e

– Durante estes 18 anos de Banco Central, exerci por 7 anos exerci o cargo de diretor  financeiro e administrativo da Transpetro (3/3/2018 a 27/3/2015). Quando fui destituído, publiquei “PRESTAÇÃO DE CONTAS DA MINHA GESTÃO COMO DIRETOR POR 7 ANOS NA TRANSPETRO Clique aqui e leia minha prestação de contas publicada à época.

5) “COINCIDÊNCIA” NA MINNHA DESTITUIÇÃO DA TRANSPETRO

Defendo que o Brasil deve adotar dinheiro virtual (digital) para acabar com a corrupção e crimes que envolvem dinheiro. Fui destituído do cargo 7 dias após desafiar corruptos a colocar dinheiro virtual (digital) na mala em debate no rádio. Nos dias seguintes, no andar da diretoria da Transpetro, ex-subordinados meus foram presos em uma sala e pressionados a passar informações a meu respeito, segundo eles. Estes ingressaram com ações trabalhistas e estão obtendo êxito.

O MPRJ, segundo a Revista Exame divulgou, abriu processo para apurar a prática de crimes de cárcere privado, tortura e constrangimento ilegal contra meus ex-subordinados. Nem praticando esta violência contra trabalhadores inocentes, provavelmente no afã de me atingir, obtiveram êxito em criar qualquer factóide que envolvesse meu nome.

Informações foram vazadas da Petrobras em matérias que faziam insinuações a meu respeito. Vim a público, esclareci e notifiquei o presidente da Petrobras e o diretor de  compliance para que se posicionassem sobre os vazamentos e fatos narrados. Como não fizeram, o caso está com meu advogado para a solução que o caso requer.

6) A PROPOSTA

Artigo que escrevi, em coautoria com Henrique Forno e Márcio Araujo,  sobre esta proposta do dinheiro virtual (digital) foi publicado no Jornal Folha de SP e no livro DESATANDO O NÓ DO BRASIL, dos mesmos autores. Recentemente, Keneth Rogoff, ex-economista chefe do FMI e professor de Harvard, publicou o livro “The curse of cash” defendendo a mesma coisa que nós autores: se o dinheiro digital for adotado eliminará crimes que envolvem dinheiro em espécie.

7) MINHA FORMAÇÃO

Doutorado em economia (UFF)
Mestrado em engenharia nuclear (IME)
Pós-graduação em auditoria e perícia contábil (UNESA)
Engenharia de fortificação e construção (civil) (IME)
Direito (UFRJ)
Bacharel em Ciências Militares (AMAN)

Curso de extensão no IME sobre meio ambiente e sobre petróleo no Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP).

Idiomas: inglês e espanhol

8) CONCLUSÃO

Os ataques que me fizerem serão respondidos. Sempre. Com franqueza e serenidade. Cidadãos e jornalistas honestos podem e devem me cobrar esclarecimentos quando houver qualquer dúvida acerca dos meus atos na vida pública. Se tivesse medo de me explicar, não participaria de programas radiofônicos e televisivos, ao vivo, com entrevistas e debates há anos, no Rio de Janeiro, outros estados e no exterior. Jornalistas covardes de órgãos de mídia de reputação duvidosa me citam sem me entrevistar, sem me ouvir. Com frequência.

Quanto ao mais, podemos ter a convicção tranquila de que nem todos os jornalistas e órgãos de imprensa são corruptos, assim como não os são todas as pessoas públicas. Mas é evidente que a sociedade já cansada de ser enganada, espoliada e manipulada por corruptos acumpliciados nestas categorias, deve mesmo ficar  atenta a estes dois grupos de profissionais com alta capacidade de influenciar e decidir, tanto para o mal, quanto para o bem. Há de fato veículos de mídia e jornalistas de alta reputação, qualidade e credibilidade, como há excelentes agentes públicos, mas há o oposto também nas duas classes. Os brasileiros devem estar atentos para que o crime não prevaleça usando os serviçais do mal presentes nestas e em outras categorias.

Com relação ao novo cargo que foi anunciado que eu seria nomeado na prefeitura  da Cidade do Rio de Janeiro, trabalharei com o mesmo empenho que apresento há 28 anos em todos os cargos e funções que exerci. Farei meu melhor, mesmo correndo o risco de que inescrupulosos e corruptos tentem mudar a realidade dos fatos para atender aos mais escusos interesses que mantém o Brasil há séculos prostrado em desgraças. Eles vivem desta miséria. Vou me esforçar muito para fazer jus à confiança do prefeito eleito Marcelo Crivella que tem uma carreira política exemplar, o que serviu de motivação para que eu me sentisse prestigiado em compor sua equipe.

Leia também sobre a mesma matéria da Revista Época:

JORNALISMO RUIM, escrito pelo juiz federal William Douglas: clique aqui

NOTA DE REPÚDIO CONTRA A ATITUDE DA REVISTA ÉPOCA, assinada por notáveis: clique aqui

* Rubens Teixeira é analista do Banco Central do Brasil, ex-diretor financeiro e administrativo da Transpetro, professor, escritor e palestrante. Doutor em Economiaimage (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ, aprovado na OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN). Foi um dos ganhadores do Prêmio Tesouro Nacional com trabalho baseado em sua tese de doutorado intitulado: “A Importância da Credibilidade para o Equilíbrio Fiscal: uma avaliação para o caso brasileiro”. É coautor do best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do “DESATANDO O NÓ DO BRASIL: propostas para destravar a economia e travar a corrupção.”

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