URNAS: temos que respeitar a autoridade maior na democracia, O ELEITOR

*Rubens Teixeira

 

A melhor maneira de conhecer um problema é dedicar-se ao seu estudo. Propus-me a fazer uma avaliação do processo eleitoral na minha cidade, Rio de Janeiro, sendo candidato a vereador, e cheguei às minhas conclusões.

Alguns eleitores acham que pode ter havido fraude nas urnas. Embora eu não confie totalmente nelas, posso dizer que, na minha percepção, os eleitos refletem mesmo o tecido social. Minha desconfiança nas urnas não é suficiente para me convencer que o resultado final divirja muito da realidade. Não foram as urnas que escolheram, foi o povo que escolheu através delas.

Se houve injustiça com algum, essa injustiça foi praticada pelo conjunto de eleitores. A realidade é que a colheita virá: seja qual for. Os eleitores (que votaram em A, B ou C, se abstiveram, ou votaram BRANCO ou NULO), todos são responsáveis por suas escolhas, sejam lá quais foram as razões que motivaram o voto de cada um. O valor dado a cada candidato pela sociedade foi mostrado lá nas urnas.

Do ponto de vista individual, cada um responde por si. No coletivo, respondemos todos. Agora, volta-se ao “cada um por si” e os “eleitos, por todos”. A escolha deles dependeu do povo. O que eles farão para o povo, dependerá deles. Quem precisa mais dos serviços públicos etc. conhecerá bem o perfil dos escolhidos. Torço para que os eleitos e os que serão eleitos no segundo turno tenham sido boas escolhas e façam o melhor por suas cidades.

Estamos em uma democracia. Se estivermos insatisfeitos, podemos reclamar sim dos políticos corruptos, despreparados e inertes, mas só depois que cobrarmos a responsabilidade de quem os escolheu: O ELEITOR.

E se o ELEITOR foi enganado por alguém? Deve cobrar duramente do estelionatário que o enganou. Só assim melhoraremos o Brasil. Temos como fazê-lo. Vamos à luta!

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